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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Do twitter do André Plihal

“Corinthians na Libertadores é que nem programa do Chaves. Cê sabe a história, mas vê pra dar risada.”

@plihalespn

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Debatecast Tricolor #15


O Debatecast Tricolor #15 foi mediado pelo Claudera e contou com a participação de Mateus e Thiago.

Pedimos desculpas por ficarmos algum tempo sem produzir o Debatecast por motivos pessoais dos participantes, mas estamos de volta com muitoooo assunto como sempre, esperamos que gostem.

Os assuntos debatidos foram:

- Eliminação na libertadores.

- Saída de Muricy e chegada de Ricardo Gomes;

- Expectativas para o Brasileiro com o novo treinador;

- "Que Toquem As Cornetas".





(Tempo:59min, Tamanho:33MB)

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Batendo o América... pela América!

O São Paulo fechou sua participação na fase de grupos da Libertadores de América, na noite de ontem, com uma vitória por 2x1 sobre um América de Cali recheado de reservas. O São Paulo venceu mas não convenceu pois além de não ser uma vitória fácil o clube ainda precisou virar o jogo para levar os três pontos, com o último gol sendo fruto de um momento de sorte.

O Tricolor entrou com o mesmo esquema usado contra a última semifinal contra o Corinthians, com Dagoberto de winger e Rodrigo improvisado na lateral-direita. Acho até um bom esquema, contanto que tenhamos um lateral-direito na sua função e não mais um jogador improvisado, como tem sido a tônica do setor. A idéia era boa ao meu ver: jogar num "4-4-2 europeuzão", com as tais "duas linhas com quatro", sendo a primeira delas composta por Rodrigo, Miranda, Renato e Junior Cesar e a linha do meio-campo com Dagoberto, Jean, Hernanes e Jorge Wagner.

O problema tricolor, ao meu ver, foi sofrer um gol logo no início, onde Jorge Wagner perdeu mais uma bola no meio-campo, não houve o combate e Diego Charra, meio-campista colombiano, explorou a direita tricolor (coincidência, não?), lançando Parra na velocidade. Miranda também só acompanhou o jogador e não deu o bote, assistindo o atacante chutar fraco, na saída de Bosco e abrir o placar. O São Paulo teve que correr atrás do placar e se dessarumou, mostrando mais um vez um certo desespero para igualar o jogo. Dagoberto fazia muito bem sua função pelo lado direito mas Jorge Wagner, pela esquerda, não repetia seu companheiro. No centro, Jean corria por ele e por Hernanes, que mais uma vez foi apagado no jogo, o que deixava o time mais aberto e falho na marcação. O Tricolor martelava mas, a exemplo do último jogo pelo Paulista, finalizava sem direção. Washington ainda perdeu um gol feito, quando fez o certo e tentou surpreender o goleiro Mesa, batendo por cima. Borges, nas oportunidades que teve também finalizou mal, por cima do gol. Pelo lado do adversário, o América jogava calmamente e ainda teve chance de ampliar o placar logo após o gol, mas desperdiçou a oportunidade. O Tricolor foi para o vestiário com a derrota no placar.

No segundo tempo, o São Paulo partiu para o "abafa" na busca do empate, mas continuava desordenado. O grande premiado da noite foi Dagoberto - merecidamente - pela luta que mostrou do início ao fim. Em jogada de Jean, Dago recebeu a bola e bateu, quase na pequena área, na saída do goleiro, igualando o marcador. Posteriormente, em mais uma besteira do goleiro Mesa somando os dois confrontos - o arqueiro foi isolar a bola e chutou nas costas de Dago, que havia pulado em sua frente - saiu o segundo gol do São Paulo. O Tricolor passava a frente no placar mas não mostrava um futebol compatível com o que se exige de seu elenco. O América que já apelava para a popular "cera", tentou empatar o jogo e se lançou mais ao ataque, mas foi em vão. Ao final da partida, o Tricolor trocou Borges e Rodrigo - contundido - por Hugo e Aislan, respectivamente, mas o placar não se alterou.

O São Paulo termina a fase de grupos como campeão de sua chave e aguarda a definição da fase para saber quem será seu adversário, decidindo a vaga em casa. Com uma campanha com 13 pontos, deve terminar entre os 5 primeiros colocados na classificação geral, com grandes chances de ser o quinto.

A fase de mata-mata vem aí e o São Paulo tem 14 dias de descanso para treinar e melhorar sua postura e futebol no torneio para se tornar Tetracampeão da Libertadores.

P.S - A torcida Tricolor, mais um vez, deu um show nas arquibancas, enchendo o estádio e apoiando os 90 minutos, mesmo com o placar desfavorável! Parabéns!!
Crédito da imagem: Globoesporte.com

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Jogando pontos no lixo...

Em contradição ao discursos feito aos quatro cantos pela Diretoria e Comissão Técnica no início do ano, o São Paulo foi a Medellin enfrentar o Independiente local, pela Libertadores, com o time reserva e um banco recheado de garotos, escolha esta feita devido a preservação de seu time principal para a decisão de domingo, contra o Corinthians.

O título deste post é que - isso uma visão pessoal - o São Paulo agiu errado ao mandar seu "segundo time" para o confronto.

A equipe começou meio perdida, o que vejo como perfeitamente natural, visto que a falta de entrosamento, o encaixe sobre "quem faz o que" no início seria normal, e a equipe colombiana se aproveitou disso, impondo um ritmo forte logo de início e aproveitando as falhas tricolores. Em menos de 30 minutos, o Independiente vencia por 2x0, com um dos gols tendo a participação de um zagueiro tricolor desviando a bola.

A partir dos 30 minutos, o São Paulo igualou a partida, se posicionou melhor e ainda conseguiu diminuir a vantagem dos colombianos, em chute de André Lima.

No segundo tempo, o tricolor voltou com o garoto Wellington no lugar de Wagner Diniz, que fez um primeiro tempo ruim. O São Paulo era melhor que o Independiente que já não tinha o mesmo ímpeto do início da partida e se complicava. André Lima chegou a empatar a partida, mas o bandeira interpretou o lance erroneamente, assinalando um impedimento quando um zagueiro dava condições ao atacante tricolor. Ainda entrou no decorrer do jogo o jovem Oscar, no lugar de Eduardo Costa.

Por fim, a equipe reserva tricolor lutou por melhor resultado, mas saiu da Colômbia com uma derrota.

Ao meu ver, foi uma hora errada de alterar o time que defendeu a ponta da tabela e que buscava melhor colocação entre os 16 classificados para ter a vantagem de decidir mais jogos em casa. Praticamente, jogamos no lixo essa chance que tínhamos ao optar por um segundo time e priorizar o jogo contra o Corinthians.

Para quem desdenhava o que chamava de "Paulistinha", fica a impressão que a vaidade sobrepôs a razão com a escolha desse jogo para usar a equipe reserva.

Uma pena!
Créditos da Imagem: Globoesporte.com

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Defendendo a ponta. Com Borges!

Por motivos justíssimos - festa do aniversário do Samuca - não acompanhei a vitória Tricolor com mais atenção ontem.

Tá, ok! Havia uma TV ligada na SporTV na festa e vi os gols e alguns lances, mas nada se compara ao fato de ficar atento os 90 minutos da partida, além dos acréscimos, quando há!

Assim, hoje não tenho um relato da partida. Se houver tempo hábil - antes que o jogo caia no "esquecimento" pelas semifinais de domingo - assistindo o VT, tentarei fazer uma nova postagem.

Mas há um destaque a se fazer:

Borges, mais uma vez, obrigado!

O atacante pode não ser o craque que muitos de nós queremos, mas faz gol. E muitos deles importantes, decisivos!

E o que seria do futebol, sem esse "detalhe" chamado gol? ­

Aliás, como diriam nosso amigo Sandro, da Comunidade SPD, e RC:

"Deus perdoa. Borges, não!"

Crédito da imagem: Uol

quinta-feira, 19 de março de 2009

Sem defesa!



São Paulo e Defensor entraram em campo sabendo que a equipe vencedora na noite de hoje chegaria a liderança isolada da chave, nesse final de turno. Ao Defensor cabia fazer valer o mando de campo para poder jogar com mais tranqüilidade na abertura do returno, no Morumbi, na busca da classificação. Ao Tricolor, impor o futebol de, na teoria, melhor equipe do grupo, e fazer valer sua força como visitante. O jogo não foi fácil para a equipe do Morumbi, que encontrou um adversário bem postado, bem distribuído na tríade defesa-meio-ataque. Os donos da casa buscaram o ataque desde o início, e logo com um minuto perderam uma chance de ouro, com Marchant chutando da entrada da área e sendo interceptado por Rogério. A seguir, o Defensor pressionava o São Paulo, que estava perdido em campo, mas era pouco objetivo, chegando com mais perigo em cobranças de falta, pelos chuveirinhos.

Próximo a meia hora de jogo, a equipe tricolina conseguiu acertar seu meio-de-campo e igualou a partida com os uruguaios, tendo ainda o reforço de Arouca que se deslocava bem pelo lado direito mas recebia poucas bolas, e Junior Cesar pela esquerda, este sendo mais acionado. Atrás a equipe não acertava a marcação da defesa, que sentiu a ausência de André Dias, e Rogério Ceni se atrapalhava em algumas jogadas, diferente de suas atuações habituais. Mesmo assim, o goleiro fez uma defesa de puro reflexo em mais um chuveirinho da equipe do Uruguai, quando a zaga do Tricolor não cortou o cruzamento e Rogério interceptou o lance após um quique da bola. No ataque, o São Paulo pouco chutava mas aumentava a pressão. Num dos raros ataques, a bola sobrou limpa para Borges, de frente para gol, executar o lance, mas o atacante se enroscou do Washington e desperdiçou o lance. Mas aos 40 minutos, o atacante foi preciso: em belíssimo passe de Jean, Borges foi inteligente ao sair da posição de impedimento, para receber a bola e, em condição legal, encher o pé esquerdo, pelo alto, num arremate sem defesa, fuzilando o goleiro Martin Silva, marcando aquele que seria o único gol da partida.

Com um a zero no placar, a equipe do Morumbi voltou para o segundo tempo mais tranqüila, disposta a jogar no contra-golpe, com a equipe de Montevidéu se lançando de vez ao ataque, trocando um meio-campista por outro atacante. Por mais pressão que fazia, o time não finalizava bem. Do outro lado, o São Paulo também desperdiçava as poucas chances que tinha, uma com Jean, em passe de Washington, e outro com o próprio centroavante, em chute forte, que assustou o goleiro Martin Silva.

Ao contrário do início do ano, o São Paulo tocava a bola pelo chão e acionava vários setores do campo, o que mostra uma evolução na maneira do time jogar, não se limitando aos cruzamentos, pelo alto, de Jorge Wagner.

Nos quinze minutos finais, o São Paulo trocou Arouca, que fez uma boa partida pela ala direita, por Richarlyson, mexendo na armação tática do time, deslocando Jean do meio para a ala e mais próximo do fim trocou Junior Cesar por Aislan, no intuito de ganhar tempo e reforçar a defesa. Ao Defensor restou se lançar desesperadamente ao ataque, na busca de um gol que amenizasse a perda de pontos em casa. Por duas vezes, o time passou perto, uma um chute forte de Vila, que desviou no seu companheiro e saiu, mansamente, próximo a trave direita de Rogério e outra ao finalzinho da partida, em chute, de primeira, desperdiçado por Navarro.

Destaques individuais para Jean, que fez uma de suas melhores partidas com a camisa Tricolor e vai ganhando status de ídolo junto a torcida, pelas belíssimas atuações; Hernanes, que cresceu de produção a partir dos 30 minutos do primeiro tempo e comandou as ações do time ao lado de Jean; e Arouca, que se lançou ao ataque pela direita aparecendo como opção, mesmo que pouco acionado pelos companheiros, além de Borges, por ter aproveitado uma das raras chances de gol da equipe na partida.

O São Paulo volta ao Brasil com a 3 pontos importantíssimos e a liderança do grupo, além de já estar no crédito pelos 2 pontos perdidos, em casa, na estréia do torneio, podendo confirmar sua classificação para a próxima fase já na próxima rodada, com uma vitória sobre o mesmo Defensor, dessa vez, no Morumbi. E o maisimportante em tudo isso, começa a mostrar um futebol mais vistoso, com a mesma eficiência mas com mais opções de trocas de passe e arremates!



Créditos da Imagem: Globoesporte.com