domingo, 13 de setembro de 2009

O Morumbi na Copa, por PVC

O MORUMBI está na Copa do Mundo de 2014.

Por mais que tenha existido pressão pela construção de uma nova arena, em São Paulo, e que as declarações do secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, levem a pensar o inverso, o risco do Morumbi, hoje, não é ficar fora do Mundial. É perder o jogo de abertura.

Isso está claro há meses e tem a ver, sim, com questões políticas. Se os governadores mais próximos de Ricardo Teixeira, José Roberto Arruda (DF) e Aécio Neves (MG), esforçam-se para viabilizar obras em seus estádios públicos, e se o governador José Serra (SP) não admite usar dinheiro do contribuinte para reformar ou construir estádio, evidentemente há um viés político.

Diga-se, o mais correto dos governadores é Serra, embora este possa se dar ao luxo de não mexer nos cofres públicos, porque o estádio paulista é particular, diferentemente do Mineirão e do Mané Garrincha.

O jogo de governadores é vital para entender o imbróglio do Morumbi. Não foi por acaso que Ricardo Teixeira também disse que sua maior preocupação é com os aeroportos, não com estádios. Digamos que tenha razão quem afirma que São Paulo não tem estádio para abrigar a partida inaugural. Brasília e Belo Horizonte não têm aeroportos.

Para entender o jogo da Copa-14, é fundamental saber qual a função do dinheiro enviado pela Fifa. São US$ 470 milhões, como disse Ricardo Teixeira ao “Arena Sportv”, na quarta-feira. Quantia dedicada a obras que não deixarão legado.

Um estádio novo ficará para o futebol brasileiro, seja público ou particular. Um aeroporto reformado permanecerá para uso da população. Um centro de imprensa, não.

Se for preciso, por exemplo, comprar aparelho de raio-X para inspecionar quem entra e sai do centro de imprensa, esse investimento deve ser feito com dinheiro da Fifa. Se um governador apresentar esse tipo de gasto ao Tribunal de Contas, que devolva o dinheiro e cobre de quem administrou os US$ 470 milhões.

“José Serra não põe dinheiro público nem sob tortura”, diz um dos membros da candidatura paulista. Isso aumenta a vocação de São Paulo para fazer uma das semifinais, como aconteceu na Alemanha com Dortmund, de estádio que lembra o Morumbi e que abrigou Itália x Alemanha, em 2006. Já pensou Brasil x Argentina numa semifinal, no Morumbi? É melhor essa perspectiva ou o jogo de abertura?

Na quarta, Ricardo Teixeira assinou mais uma vez seu atestado de incompetência ao admitir que, em 20 anos de mandato, não fez o país ter um único estádio capaz de abrigar uma Copa. Seu risco, agora, é deixar como legado estádios que não serão usados pelo futebol brasileiro, depois do apito final de 2014.

No Brasileirão-2015, vale mais um Morumbi digno do que uma Allianz Arena em Cuiabá. Em São Paulo, a Copa parece ser, mais do que em outros lugares, um meio de se atingir um fim, o de ter uma arena de alto nível, para jogos e shows, em 2014, 2015, 2016… Em Brasília, é mais provável ter um estádio para a abertura da Copa. Quando ela acabar, sem times de alto nível, o estádio será usado por equipes que lutam no bloco intermediário da Série B.

Se isso se confirmar, será o fim.

Fonte: Blog do Torcedor, de Daniel Perrone, o qual baseou-se na coluna publicada no jornal Folha de São Paulo (13/09/2009).

Comentário meu: o PVC aborda o aspecto político das escolhas, mas tirando o fato de que obras públicas sempre propiciam maiores chances de… bem… pois é… então… digamos assim, trazerem mais “frutos” em anos de eleição, economicamente pensando é muito mais barato fazer jogos da Copa num Morumbi reformado do que construir um estádio novo com fins gambazísticos. Que se lhes conceda o Pacaembu, que de resto ficaria sem utilidade caso tivéssemos um terceiro estádio na cidade. Me parece a alternativa mais lógica, mesmo considerando o fato de que sou são-paulino e possa ser visto como interessado na reforma do Morumbi. Não nego que pessoalmente acharia isso bom, mas o ponto é que me parece o melhor negócio no final para todo mundo. Menos para os que querem tirar proveito ilícito da situação.

domingo, 6 de setembro de 2009

sábado, 29 de agosto de 2009

Debatetira #54: No Cartório

Edison - No cartório

Nota: o desenho é meu (bistrips), mas a autoria da piada é anônima.

P.S. Resposta do escrivão sugerida pelo Michael: Não pode batizar com esse nome porque arquibancada do corinthians não existe.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Choque-Rei


Choque-Rei

Choque-Rei é no futebol paulista o confronto entre São Paulo Futebol Clube e Sociedade Esportiva Palmeiras.

O auge da rivalidade aconteceu entre 1942 e 1950, período em que São Paulo e Palmeiras dividiram os nove títulos paulistas. Foram cinco títulos tricolores (1943,1945,1946,1948 e 1949) e quatro do Palmeiras (1942,1944,1947, e 1950). A "majestade" do clássico valeu o apelido de "Choque-Rei", dado pelo jornalista Tomaz Mazzoni, do jornal "A Gazeta Esportiva". O Choque Rei levou por quatro vezes públicos maiores do que 100 mil pessoas no Estádio do Morumbi.

Nesse domingo 30/08/2009 no estádio do Morumbi teremos mais um confronto, agora válido pelo campeonato Brasileiro. Veremos a seguir as estatísticas do confronto entre ambas as equipes em jogos disputados pelo Campeonato Brasileiro. Lembrando que faz 14 jogos que o Palmeiras não consegue bater o São Paulo no Morumbi.

Na história do clássico incluindo os Campeonatos Paulistas e Brasileiro são 185 jogos entre as duas equipes, com 69 vitórias do São Paulo, 60 empates e 56 derrotas.

O São Paulo marcou 264 gols e sofreu 234 com isso possui um saldo de 30 gols a seu favor.

O jogador que mais jogou o clássico é o goleiro Rogério Ceni que participou de 18 jogos, venceu 5 empatou 6 e perdeu 7 sendo também o jogador que mais jogou pelo Campeonato Brasileiro com 415 jogos.

Além de todo esse histórico, contamos nesse momento com um jogo muito importante entre as duas equipes. Palmeiras é o líder da competição com 40 pontos e o São Paulo está na terceira colocação com 36 pontos. Uma vitória do tricolor pode lhe colocar na cola do líder, ficando apenas a 1 ponto da primeira colocação, mas também no caso de uma derrota a diferença que se encontra em 4 pontos pode subir para 7. Esse confronto marca o primeiro embate de Muricy Ramalho ex-técnico do São Paulo e atual treinador do Palmeiras com seu ex-clube, agora ele estará pisando novamente no Morumbi, mas agora como adversário, estará do outro lado vestindo agora outra camisa à do RIVAL . Uma pergunta surge nesse reencontro, como a torcida irá se comportar ao ver o Muricy? É uma pergunta difícil de responder por que vejo opiniões divididas. Na minha opinião, vejo que a torcida não deveria apoiar o agora rival Muricy, ainda mais se tratando de um jogo decisivo. Caso fosse um jogo que não valesse nada até apoiaria a homenagem, mas como não é o caso, nada mais justo como gritar o nome do nosso atual treinador, Ricardo Gomes. O interessante é que no retrospecto entre os treinadores eles já se enfrentaram 4 vezes, sendo que o Ricardo Gomes venceu 2 vezes e empatou 2 vezes, nunca perdeu para Muricy. Muito interessante.


Nos jogos desse ano a imprensa focou o clássico no confronto entre Washington X Keirrison. É engraçado que a cada clássico é uma novidade, nesse será dos técnicos, mas também temos que nos lembrar dos dois veteranos que defendem o gol das equipes. Rogério Ceni e Marcos. Mais uma vez os amigos se enfrentarão. Vale à pena ficar de olho nos dois também.



Agora é aguardar até domingo e assistir o jogo. Lembrando que a globo escolheu em transmitir São Paulo x Palmeiras às 16h em vez de Santos x Fluminense que era o jogo que estava programado para passar. Tudo isso aconteceu devido a estréia de Gugu na Record as 20:00h. A globo acredita que com o Choque Rei vai conseguir uma audiência melhor do que com o jogo do Santos e quer entregar para as próximas atrações a programação com a audiência lá em cima.


(Marcos e Rogério na concentração da seleção brasileira na Copa do mundo em 2002).


PS: Dados retirados do Futpédia.

(Siga a Debatecast no Twitter)

domingo, 23 de agosto de 2009

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

A evolução tricolor em números

É muito cedo para afirmar que seremos campeões pela quarta vez consecutiva. Há muitos jogos pela frente, tem a questão do desgaste físico etc. Mas é inegável que já é uma hipótese cada vez mais considerada e temida por todos. Temida pelos adversários, é claro.

Ser campeão duas vezes em seguida em um campeonato tão forte quanto o brasileiro é muito difícil. Três é um fenômeno. Quatro, embora não seja impossível, é uma tremenda improbabilidade estatística.

E, já que falamos em estatística, vejam no gráfico abaixo a evolução dos pontos do São Paulo e do 1º colocado após cada rodada do Brasileirão 2009. A diferença chegou a 13 pontos nas rodadas 11 e 13. Claro que o gráfico fica um pouco distorcido porque alguns times estão atrasados no número de jogos, mas, na pior das hipóteses, caso o Inter ganhe os dois que lhe faltam, a diferença será de apenas 3 pontos. É interessante notar também que a 1ª colocação já mudou de mão várias vezes (Cruzeiro, Internacional, Atlético MG e Palmeiras).

O problema agora é segurar a onda, revezar os jogadores para minimizar o desgaste físico e não se deixar abater quando empatarmos ou mesmo perdermos pelo meio do caminho, afinal, não se pode ganhar todas.

Ou pode?

Evolução

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Debatetira #53

Edison - Borges

Nota: a piada foi chupinhada de uma que vi há algum tempo e adaptada ao nosso tema.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Do twitter do André Plihal

“Corinthians na Libertadores é que nem programa do Chaves. Cê sabe a história, mas vê pra dar risada.”

@plihalespn

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Debatetira #51: Na coletiva de imprensa…

Edison - Gargamel

Pena que só me toquei agora, mas a Debatetira #51 deveria ser sobre o JJ…

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Utilidade pública: adesivo para colocar no carro

Não roube

Desculpem-me por colocar essa imagem feia aqui mais uma vez, mas…

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Piadinhas

“O Muricy é que nem o Bernardinho: primeiro dirigiu as moças depois foi pro masculino.”

“O novo técnico do São Paulo é o Ricardão.”

“Ontem teve uma corrida de salto alto, tinha um monte de jogadores do São Paulo participando!”

Pois é, ouvi essas hoje. Todo mundo deve ter ouvido. Aliás, fazia tempo que eu não ouvia essas “criativas” piadinhas. Pode até ser impressão minha, mas enquanto o São Paulo estava no fundo do buraco, sem incomodar ninguém, diminuiu bastante a quantidade delas.

Para mim isso só tem um significado: efetivamente começamos a incomodar os adversários.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Debatetira #46

Tá no Google Earth, mas só pra quem tem a última versão!

Edison - Fazendinha no Google

A piada do desmanche nem é original, mas não resisti.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Debatecast Tricolor #17

O Debatecast Tricolor #17 foi mediado pelo Flávio e contou com a participação do Claudera, Thiago Facchinetti e o estreante Fabinho.

Os assuntos debatidos foram:

- São Paulo X Internacional;

- São Paulo X Barueri;

- A evolução do time;

- Reforços e atual elenco;

- "Que Toquem As Cornetas".



(Tempo:62min, Tamanho:28MB)

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Debatetira #45

Pela última apresentação do time parece que agora sim os jogadores estão falando a mesma língua do chefe!

Edison - Falando francês.jpg

domingo, 19 de julho de 2009

Tostão: Cruzeiro tropeçou na alma (Folha, 19/07/2009)

O artigo original do Tostão é sobre o Cruzeiro e a recente perda da Libertadores, mas o trecho abaixo se aplica como uma luva aos nossos atletas. Na verdade, por que não, a qualquer grupo de atletas.

“(...)

Cada atleta é de um jeito e reage de uma maneira diferente às emoções de uma partida importante. É preciso separá-los para se ter uma abordagem emocional feita por um psicólogo em um trabalho a médio prazo. Mas a maioria dos clubes só gosta de palestras ocasionais, motivadores, de autoajuda.

Existem jogadores que crescem da adversidade. São geralmente ambiciosos e perfeccioonistas. Isso é fundamental para ser um craque. Outros se inibem quando são vaiados, criticados e enfrentam grandes dificuldades.

Há atletas mimados, que só jogam bem se forem destaques da equipe. Ao lado de jogadores melhores, como em uma seleção, se apagam. Outros preferem ser coadjuvantes. É mais fácil. São os obedientes e cumpridores dos esquemas táticos. Muitos técnicos adoram esses atletas.

Existem os deslumbrados, narcisistas, que se acham melhores do que realmente são. Sentem-se perseguidos pela imprensa, que não daria a eles os elogios que acham que merecem.

Vi atletas calados, tímidos, que ficavam desinibidos e possessos dentro do campo. Vi também muitos falantes e brincalhões, que morriam de medo diante de uma maior responsabilidade.

São apenas alguns exemplos. O mais comum é o mesmo atleta possuir várias dessas características, às vezes contraditórias. A alma humana tem muitos mistérios.

(...)

Além do talento, o atleta ideal seria o que jogasse com muita garra, sem perder o controle das emoções; que fosse seguro, confiante, sem perder a autocrítica; e ambicioso, sem perder a consciência de que a força coletiva é essencial para o sucesso individual.

(...)”

Meu destaque para o trecho em azul é por causa da velha dúvida que todos temos de vez em quando: por que é que esse técnico insiste com esse perna de pau??? (nem cito nomes, pois isso se aplica a todos). Aliás, em determinados momentos, esse jogador mais confiável pode até ser importante para o time, é a “voz” do técnico em campo e pode dar estabilidade ao grupo, desde que não seja muuuuito perna de pau…

sábado, 18 de julho de 2009

Tá feio que dá dó e Debatetira#44

Posso garantir que na minha provecta idade já vi muitas fases ruins do São Paulo, numa época em que eu até ia a estádios com mais frequencia, mas a fase atual tá feia que dá dó. Não saberia dizer se é pior ou igual às do passado, mas essa é agravada pelo fato de estarmos mesmo mal acostumados. Não que isso seja um defeito, mas no final dos anos 70 no máximo esperávamos ser campeões paulistas. O Brasileiro de 77, nosso primeiro, foi uma surpresa para todo mundo, inclusive nós.

Jogadores podem derrubar um técnico, o que parece ter sido o caso de Muricy, seja pelo ambiente existente entre os profissionais, seja por falta de pulso do técnico, seja por falta de caráter dos jogadores, enfim, não importa. Porém, quando o técnico vai embora, normalmente as coisas entram nos eixos – vide o atual time do Palmeiras com o interino e feio Jorginho - mas isso parace bem longe de acontecer no São Paulo.Edison - Preleção Ricardo Gomes

Um time pode ser formado por grandes jogadores e obter resultados muito abaixo do esperado, como foi o galático Real Madrid de Luxemburgo. Ou ter jogadores medianos, porém esforçados, e jogar como um TIME e ser campeão, como é o caso do Corinthians de Mano.

Já vejo o pessoal discutindo a saída do Ricardo Gomes, se ele vai comer panetone no Morumbi ou não, se um técnico com mais pulso seria bom ou não, Leão, Luxemburgo e blá, blá, blá… Não sei, me parece que estamos mirando no alvo errado, embora, confesso, não tenha certeza de onde seja o correto.

Não é possível que o Hernanes tenha se esquecido de como pedalar e driblar seus adversários, de chutar de fora da área com força e precisão. Tampouco me parece que ele esteja fazendo isso de propósito, seja lá qual for o propósito. Sinceramente, ele não me parece ter esse tipo de caráter. Diz-se com vergonha. O mesmo pode-se falar de vários outros jogadores, embora eu não tenha a mesma certeza sobre o caráter de todos.

Se havia um complô não era só contra o técnico, era contra o clube e sua torcida. Isso não passaria despercebido pela diretoria. São competentes demais para isso.

Acredito sim que houve um desgaste de egos entre os atletas e Muricy, que descambou como uma bola de neve para essa fase ruim que estamos passando. Ainda não sei se Ricardo Gomes, a incógnita, é a solução – 4 ou 5 jogos é muito pouco para avaliar o trabalho dele, principalmente quando os jogadores atuam tão abaixo de suas possibilidades.

Não acredito em complôs onde ninguém tem nada a ganhar. Já disse e repito, frutas podres têm que ser retiradas da fruteira.

Na má fase há pelo menos dois caminhos a seguir: ter paciência e trabalhar até a boa fase voltar ou dar porrada em todo mundo e fazê-los jogar na marra.

Meu voto vai para primeira alternativa. Acho mais garantida. Não creio que a gente vá lutar para não cair esse ano, mas é muito cedo para estabelecer metas muito ousadas – para a atual conjuntura – como ser campeão ou até classificar-se para a Libertadores. Afobação não leva a lugar nenhum. A meta agora é colar os cacos e planejar para o ano que vem.

Mas o que eu queria mesmo era queimar a língua e ser tetra-campeão.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Continuamos sendo os únicos Tri - Libertadores no Brasil


A Soberania continua!!

Não deu para o Cruzeiro, caiu em casa e não conseguiu fazer frente aos argentinos.
Com isso eles fizeram a festa no Mineirão ou melhor no Mineirazzo.




(para ampliar clique sobre a imagem)

(Imagem by Amigo> Periquito Verde)

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Twitter da Debatecast

Para quem quiser seguir as atualizações do blog via twitter, fique a vontade para nos seguir também nessa ferramenta.

Só clicar na imagem abaixo que você será direcionado para a nossa página no Twitter.



Saudações Tricolores.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Debatecast Tricolor #16

O Debatecast Tricolor #16 foi mediado pelo Flávio e contou com a participação de Claudera e o estreante Beto.

Os assuntos debatidos foram:

- São Paulo X Flamengo;

- Saída de Muricy e chegada de Ricardo Gomes [2];

- Final da Libertadores;

- "Que Toquem As Cornetas".



(Tempo:60min, Tamanho:34MB)

domingo, 12 de julho de 2009

Debatetira #42 e 43: Muricy no Palmeiras

A primeira tirinha foi feita quando era quase certa a ida dele para o time das porquinhas róseas. A segunda quando ele por fim recusou a oferta alvi-verde.

Edison - Muricy no Palmeiras 1

Edison - Muricy no Palmeiras 2

segunda-feira, 6 de julho de 2009

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Debatecast Tricolor #15


O Debatecast Tricolor #15 foi mediado pelo Claudera e contou com a participação de Mateus e Thiago.

Pedimos desculpas por ficarmos algum tempo sem produzir o Debatecast por motivos pessoais dos participantes, mas estamos de volta com muitoooo assunto como sempre, esperamos que gostem.

Os assuntos debatidos foram:

- Eliminação na libertadores.

- Saída de Muricy e chegada de Ricardo Gomes;

- Expectativas para o Brasileiro com o novo treinador;

- "Que Toquem As Cornetas".





(Tempo:59min, Tamanho:33MB)

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Segundo semestre - São Paulo e Ricardo Gomes


Esse será um segundo semestre completamente diferente dos anteriores.
Até porque o técnico também mudou, Ricardo Gomes chegou agora, mas já estigmatizado pela nossa única lembrança que nos vem na mente foi quando ele comandou a seleção pré-olímpica (2002-2004), com uma passagem pífia.
É uma incógnita como treinador e sua contratação foi uma surpresa, ninguém cogitava seu nome quando anunciada a saída de Muricy.

Ricardo agora tem a missão de mudar os ares no Morumbi, sendo assim dando uma cara nova na maneira de jogar da equipe, além do que recuperar a auto-estima de alguns jogadores que não estavam rendendo o esperado no comando do ex-treinador.

O atual comandante chegou e surpreendeu em suas declarações, se mostrando uma pessoa bem sóbria nas opiniões e demonstrando uma grande vontade de trabalhar e mostrar serviço. E é o que ele está fazendo, nesse tempo mínimo desde que chegou já mudou a formação tática da equipe trocando o antigo 3-5-2 para o tradicional 4-4-2.

Tudo bem que no seu primeiro jogo a equipe venceu o Náutico por 2x0 marcando ambos os gols em duas jogadas de bola parada com a bola sendo alçada dentro da área (maneira da qual o São Paulo vem jogando desde 2008), mas a intenção inicial de não improvisar e optar por um meio de campo mais rápido, habilidoso e leve foi um bom cartão de apresentação para demonstrar sua maneira de pensar. Com isso já ganhou um voto de confiança dos torcedores.

Daqui pra frente devemos ver uma evolução gradativa na maneira de jogar do time que vai começar a ter a cara de Ricardo Gomes.

Fiquei surpreso em ler nessa quarta-feira (01/07) que o treinador já foi visitar as instalações de Cotia e ver como os jovens valores tricolores são formados.

Já é sabido que Ricardo já fez indicações de jogadores que ele teria interesse em trazer para o São Paulo. Nesse quesito sua estadia fora do país ajuda bastante em indicações para futuras contratações de jogadores esquecidos no velho continente, quem sabe não podemos achar um novo Miranda lá fora?!

Mas para isso acontecer a diretoria vai esperar até agosto para saber se vai perder alguma peça importante como Hernanes e Miranda. No momento o que se sabe é que jogadores estão sendo sondados, todos de fora do Brasil e que estão jogando no exterior.

E a molecada da base? Será que Henrique, Sérgio Mota, Oscar, Wellington terão uma seqüência no elenco principal ?
Creio que sim, pois é um pedido da própria diretoria junto ao treinador. Mas sobre o Oscar que é tido como uma das jóias do São Paulo o próprio Ricardo Gomes deu uma declaração essa semana dizendo que ele ainda não está pronto.

Segue abaixo o que o treinador disse (trecho retirado do site globoesporte.com):

O novo treinador elogiou o talento do meia, mas revelou que ele ainda precisa de um trabalho físico mais elaborado para aguentar o tranco do time principal.

- Não é o problema de o menino receber ou não críticas. Não quero queimar etapas, pois ele ainda não está pronto para começar a ser titular. Com uma sequência pode ser bem aproveitado sim. O Oscar não está pronto fisicamente. Precisa de mais trabalho. Mas pode ser usado em um ou dois jogos, e talvez até me surpreenda - explicou o treinador.

Fica claro que sobre Oscar o Muricy não estava totalmente errado sobre preservar o garoto enquanto era treinador. Até porque ele só tem 17 anos. Já os demais citados anteriormente como o Sérgio Mota, Wellington, Henrique são jogadores mais maduros, mas que tiveram poucas oportunidades.

O desafio do novo treinador é grande, mas a estrutura o respaldo e a visibilidade que ele vai ter recompensa todo o esforço.

De imediato o importante é fazer essa equipe engrenar e conseguir uma fase de vitórias que é o que o torcedor está esperando desde o começo do ano e ainda não veio.

Saudações Tricolores.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Debatetira #40 [off]

Edison - No Senado

Enquanto isso, no Senado…

segunda-feira, 29 de junho de 2009

domingo, 28 de junho de 2009

Debaterira # 38: Luxemburro e Burricy

Edison - Luxemburro e Burricy

Notas importantes:

1) A fala do Luxemburgo é baseada numa entrevista dele alguns dias antes da demissão (imagina, depois de um ano e meio ainda pedia um tempo para construir o time).

2) A do Muricy eu nem concordo muito (vide meu post abaixo), mas não resisti ao jogo de palavras. Essa vida de cartunista é assim mesmo, a gente perde o amigo mas não perde a piada.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

segunda-feira, 22 de junho de 2009

É Ricardo Gomes!

Antes de mais nada, confesso que sou apenas um torcedor de futebol, pouco entendo de tática. Sem olhar a escalação não sei nem dizer se um time está jogando no 4-4-2, 4-3-3 ou qualquer outra combinação numérica. Nesse quesito parei no tempo do 4-2-4, era mais fácil, todo time jogava mais ou menos igual.

Até um mês atrás eu era dos que achavam que o Muricy não deveria sair do São Paulo antes do final do ano. Também gostaria de ter ganhado todos os campeonatos nos últimos três anos e meio, mas valorizo a conquista do tricampeonato brasileiro e não trocaria nem a pau os três títulos juntos por uma única Libertadores nesse período se isso fosse possível.

Até onde entendo a conquista ou perda de qualquer título depende de vários fatores: bons jogadores, vontade de ganhar, estrutura do clube, planejamento, dinheiro, torcida e técnico, só para mencionar os principais que me ocorrem no momento. O que difere na receita para ganhar um campeonato de pontos corridos ou o chamado mata-mata é o peso que cada um desses quesitos tem na montagem da equação.

O técnico é menos relevante num torneiro por pontos corridos? Sim, certamente. Mas tem peso zero? Com certeza não. O forte elenco do São Paulo foi fator preponderante na conquista? Pode-se afirmar que sim. Qualquer outro técnico teria ganhado esses títulos? Nesse caso, responder que sim é mera especulação. Só o que sabemos com certeza é que o Muricy estava lá quando os ganhamos.

Mas não estou escrevendo isso para defendê-lo, Muricy é uma página virada na nossa história, para o bem ou para o mal. Os mesmos argumentos acima servem para demonstrar que ele tem parte da responsabilidade nos títulos perdidos também.

Sua demissão era de certa forma esperada (quem realmente acreditava que iríamos ganhar a Libertadores deste ano?), não havia mais clima para ele. Se o time houvesse perdido para o Cruzeiro com outra postura em campo até poderia ter sido diferente. Mas foi uma partida bisonha que coroou uma série mais bisonha ainda.

A parte da mídia que vive de crises adorou, principalmente porque é dentro de um time tido e havido como imune a elas, o que é uma grande bobagem. A parte da torcida que vai ao estádio e grita "É Muricy!" certamente não queria isso.

A contratação da incógnita Ricardo Gomes é exatamente isso, uma incógnita. A menos que ele consiga mudar radical e rapidamente os rumos do São Paulo, é provável que ele escute os gritos de "É Muricy!" enquanto durar sua curta permanência no São Paulo. Ou até mesmo depois que sair.

É hora de fazer reformulações pra valer no clube. Se há frutas podres no elenco, elas devem ser rapidamente eliminadas também. É preciso repensar o planejamento e parar de fazer mudanças durante o percurso. É preciso paciência da torcida também, pois esse trabalho é demorado e não apresentará resultados imediatos, qualquer que seja o técnico. Por ora é melhor gritarmos “É Ricardo Gomes!”

A menos que o projeto de fazer do Morumbi a sede da abertura da Copa tenha realmente prioridade sobre qualquer outra coisa. Mas aí peço que me avisem desde já, pois vou colocar o despertador para me acordar só em 2014.

Debatetira #36

Edison - Rubinho.jpg

Eu sempre imaginei como é que eles se ajeitam no cockpit com aquele macacão apertado…