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sábado, 14 de março de 2009

Hinos dos clubes brasileiros de futebol!


Este será um dos temas abordados no Debatecast Tricolor #3! Teremos um grande convidado especialista no assunto neste programa, Marcelo de Senna (do blog
http://celsenna.blog.uol.com.br/ e do site e podcast http://artedabola.com/ )! Abaixo vai uma prévia do que será falado:

Euclides "Jun": E aí, Marcelo! Eu sou o "Veterano Tricolor". Mas pode me chamar de Jun, ok? Desde já agradeço pela sua atenção e participação no Debatecast Tricolor! Valeu! É bom ter um "especialista em hinos" no programa. rs
Marcelo de Senna: Obrigado pelo convite, Euclides! Estou preparando um toque no meu blog e site!
"Jun": Oh, legal! Cê apareceu no Pânico? Vi lá na comunidade! rs
Senna: Ontem eu estive no Pânico!
"Jun": Mas você sempre vai lá ou foi só uma participação?
Senna: Agora tem um jogo ao vivo na Band Sports! Eu sempre apareço por lá!
"Jun": E canta hino do XV de Jaú, por exemplo, né? rs
Senna: Enquanto nos outros dias eu divido o tempo com o meu podcast, blog e site Arte Da Bola e também colaboro na produção da Jovem Pan AM!
"Jun": Tudo isso? Que legal, hein? Cê deve tá rico!
Senna: Nesta segunda-feira (16/março) eu vou cobrir um evento para o meu podcast e outras mídias! Rico, em amizades e não comento sobre as finanças!
"Jun": Foi uma brincadeira. Faz bem não comentar sobre finanças. Vem cá. Mogi Mirim e Nacional-SP não têm hino?
Senna: Não tem o Mogi Mirim! Mas o Nacional da Comendador Souza tem hino sim e não foi gravado!
"Jun": Puts! Baixei vários hinos lá na comunidade Hinos de Futebol.
Senna: Eu ainda faço as minhas pesquisas para encomendar novos hinos!
"Jun": Parabéns! Faz parte da nossa cultura, tanto quanto o futebol! E é uma área de certa forma, abandonada!
Senna: É isso que o Mauro Betting falou e outros pesquisadores, que o futebol ninguém cuida da memória!
"Jun": Verdade. Vários hinos que baixei estão em gravações ruins, mas estão lá. Acho que mereciam ser tratados com mais carinho. Ainda bem que tem você e outras pessoas que se importam com isso. E, se depender de nós, será passado adiante.
Senna: Tem muitos hinos na hora da digitalização ficam horríveis porque vieram de LP's!
"Jun": Eu mesmo só conhecia os dos grandes. rs
Senna: Eu tenho uma larga lista de hinos sem autorias para lançar!
"Jun": Você tem algum critério?
Senna: Eu faço um critério de separar as letras e os áudios e coloco um espaço quais são os times que não tenho os nomes de autores!
"Jun": Principalmente os hinos do nordeste são muito mal gravados. Acho que pelas condições da época. No sul parece que a qualidade é maior.
Senna: Um dos critérios e outros em divisões de times em atividade e os extintos! E as regionalizações de times por estados!
"Jun": Muito obrigado. Desde já! E até domingo!
Senna: Até!

sábado, 7 de março de 2009

Déjà vu

É engraçado, mas dois fatos futebolísticos atuais me remetem ao ano de 1966, numa estranha sensação de déjà vu.

Pra quem teve preguiça de olhar o significado dessa palavra no link, explico que é aquela sensação de “já vi isso antes” que às vezes a gente tem quando se depara com um fato novo. Algumas pessoas entendem isso como um bug da Matrix, mas vá lá, talvez seja isso mesmo.

Esclareço ainda que, embora eu já existisse à época, tinha apenas 9 anos, então minha sensação de “ter visto antes”, deve ser interpretada como “ter lido antes”, pois na verdade ainda não acompanhava futebol com muita atenção (gente, não era fácil ser são-paulino na década de 60...)

Pois bem, voltando ao tema deste post, o primeiro é o fato de estarmos com “excesso” de craques no São Paulo – e pensar que no ano passado reclamávamos de um elenco pequeno – e fazermos um rodízio entre eles nos jogos. Isso me remete à seleção brasileira de 1966, em que foram convocados inicialmente 43 jogadores para a Copa e só nos últimos momentos definidos os 22 que iriam para a Inglaterra. Isso gerou um clima de oba-oba e já ganhou por excesso de confiança, mas o fato é que nunca houve uma personalidade para a seleção. E deu no que deu.

Preocupa-me um pouco esse nosso rodízio. É necessário poupar jogadores para uma competição mais importante? Ok, mas então vamos dar nomes aos bois: esse jogador é o titular e esse é o reserva, o primeiro vai ser poupado e o segundo vai ter uma oportunidade de mostrar seu trabalho e porque ele quer ser titular. Ter 22 titulares se revezando não dá.

O segundo fato foi a fenomenal estreia de Ronaldo – confesso que nunca vi soltar rojão quando um jogador entra em campo como fizeram aqui perto de casa – na última quarta-feira.

Lembrou-me quando Garrincha veio jogar no Corinthians, também em 66, já na descendente de sua carreira. Jogou poucos jogos, perdeu e empatou mais do que ganhou. Seu último jogo foi contra o São Paulo, em que marcou um gol (grrr...). Vem dessa época uma coisa que meu pai me disse sobre o Corinthians ser um time bom para jogador encerrar a carreira – acho que foi a única vez em que ele colocou as palavras “corinthians” e “time bom” na mesma frase.

Espero que o Ronaldo não encerre sua carreira por lá, ele não merece isso.

quinta-feira, 5 de março de 2009

É hoje que o jogo só acaba amanhã...


Tricolor e o retrospecto em madrugadas históricas
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Na noite de hoje o São Paulo vai até Cáli na Colômbia, onde enfrenta o América. O jogo está marcado para as 21:30 do horário local (23:30 de Brasília).

Algumas partidas do São Paulo foram disputadas na madrugada, ou começaram tarde da noite e invadiram os primeiros minutos do novo dia. Algumas entraram pra história, e nos fizeram cair na cama mais tarde. Beeeeem mais tarde.

O primeiro exemplo e que está na memória de muitos, é a inesquecível final do Brasileirão de 1986. O jogo começou as 21:30. Depois dos 90 minutos de jogo, ainda teve os 30 minutos da prorrogação mais emocionante da história. Quando tudo parecia perdido, Careca fez o gol de empate, garantiu a artilharia do campeonato e ainda levou o jogo para os penaltis.
Até a última cobrança de Wagner Basílio, o relógio já marcava quase 1 hora da manhã! A festa é claro, transbordou madrugada adentro.

Outras partidas que valem o registro:

* A Final da Libertadores de 92 contra o Newells.
* O jogo contra o Rosário em 2004....
* Além é claro dos Mundiais disputados em 92 e 93 em que a ansiedade nos proibia de deitar na cama antes das 4 horas da manhã!

Hoje o jogo é válido pela primeira fase da Libertadores. Mas se o desempenho for animador, futuramente nos lembraremos de um jogo que varou a madrugada e foi importante na história do tricolor.